Deveria saber todas as línguas. Queria entender tudo o que me dizem. Mas às vezes não me dizem. Ou sou eu que não entendo.
Por isso, há gezelligheid com quem, por vezes, entendo.
É como a saudade e a
chuva.
São bonitas.
Deambulando por qualquer pensamento que surja, qualquer experiência que se dê e qualquer emoção que irrompa e desperte a vontade de gravar o momento para que o tempo não o consuma.
I tried talking to you...while you do, what you do. I swap places with you, just to see things through. Just sing me the tune and you'll see... I'll keep it here for you. I'll wait for your cue.
You wrote down all the words, black and white, in a wall. Just keepin' it so, yeah you know how it goes... No plans for a change, nothing strange, no not today no way.
Just sing me the tune...
Cash it in and throw it all away
Never needed any of it anyway
So you crash, and you burn. Sometimes the road will twist and turn. Some of this, less of that. Forget all about the map california road.
Side one, track two, on a record of you. I've even stuck on a groove that i don't wanna lose... Just play it again, as a friend... it's your favorite worn-in shoes
Now sing me the tune...
Cash it in and throw it all away
Never needed any of it anyway
So you twist, and you turn. Uncomfortable fool, you'll never learn. But you can take a stand. Forget all about the plans california rose.
Cash it in and throw it all away
Never needed any of it anyway...
O silêncio deixa-me ileso e que importância tem…
Disseram-me que “tudo o que dizemos, não é verdadeiramente nosso”.
Mas não gosto tanto da ideia de universos paralelos como do sentido de vidas perpendiculares.
Há pequenos cantos onde o desconforto de querer dizer a coisa certa confunde-se com um calor corrupto.
Não cedo…
este segredo…
é frágil e é meu.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa… que às vezes tenho medo de dizer aquelas coisas…
A minha inteligência eleva-se acima da minha vontade.
E com as forças da natureza que repelem e impelem a sensível pele do incerto a afirmar-se,
Não me perguntes nada… eu não sei dizer.
Esquadros
Dizem as lendas (ou então as pessoas com quem partilhei os últimos tempos) que
tudo o que é de Bologna, de Bologna não poderá sair.
Tentámos levar um pouco daqui e as forças da cidade detiveram-nos... Sorrimos ainda que meio tristes, porque aprendemos a harmonizarmo-nos com estes ventos da melhor maneira possível. Conseguir o equilibrio é fácil quanto mais prontos para cair estivermos.
A minha menina dos olhos azuis já se foi, assim como a das pernas de algodão. Só fiquei eu e este calor asfixiante.
E com o tempo a sorrir com os seus grandes dentes, despeço-me sem me ir embora. Baixo a guarda… Mas tenho que ter a força para erguer de novo a armadura. Há medo. Medo de... não ter lugar.
Debaixo das arcadas dou os últimos passos desta viagem... escrevo no telemóvel tudo isto porque me têm faltado as palavras parada.
Agora, já sentada debaixo desta árvore, enquanto espero por qualquer coisa, observo o irreal disto tudo. Como estão todos aqui e aqui não há nada. Só vão permanecer fotos que vão envelhecer connosco, e de sépia perderão a cor até ao preto e branco.
Ainda tenho a queimadura do teu cigarro de quando te aproximaste demasiado de mim.
Encontro-me entre espirais infinitas em defesa do Holismo e metamorfoses disléxicas. E... mesmo assim...
Às vezes sabe bem um cliché.
Feelin' the Same Way
Adeus Bologna.